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Zagueiro Domingos desafia o Diego Souza a brigar fora de campo


20/04 Publicado em Notícias do Palmeiras por Davidson ás 9:19 pm |Permanlink|

O zagueiro Domingos, do Santos, não gostou nada de ser chamado de covarde pelo palmeirense Diego Souza e desafia o jogador rival a provar que ele é mesmo covarde. Os dois se envolveram em confusão no clássico do último sábado, que colocou o Peixe na final do Paulistão 2009, foram expulsos e Diego deixou o Palestra Itália atirando. Nesta segunda-feira, Domingos respondeu. E foi duro:

Não sou covarde. Eu não iria brigar com ele no estádio, pois é onde eu levo o sustento para a minha casa. Mas fora de campo, levo uma vida normal. Pode marcar a hora e o local que quiser, pois não tenho medo de ninguém – desafiou o zagueiro.

Indagado sobre o motivo de não ter revidado as agressões, Domingos foi enfático ao responder que não é sua intenção entrar em campo para brigar. “Sou um cara tranqüilo. Para mim, o problema acabou lá. O que estou colocando aqui é que um pai de família não pode ser chamado de covarde. As pessoas precisam entender a maneira que eu jogo“, pediu.

Não sou agressivo, não dou pontapé em ninguém. Sempre procuro jogar firme, respeitando o companheiro e venho fazendo isso desde 2004. Jogo com pegada, vontade e não vou deixar ninguém atrapalhar isso, independentemente de qualquer coisa“, completou.

O defensor garantiu ainda que não entrou em campo só para provocar Diego Souza e lembrou que a formação com três zagueiros foi uma situação de jogo treinada pelo técnico Vágner Mancini durante a semana.

Não vi porque estava aquecendo. Estava prestando atenção no futebol dele, já que havia treinado durante a semana, tinha esperança de entrar no jogo. Não vi cotovelada. Fui expulso injustamente. Não toquei nele. Discuti o que é normal do jogo, mas como o Diego já tinha amarelo, era mais fácil ele dar vermelho para os dois“, protestou.

O jogador santista se sentiu ofendido e parecia mesmo entalado com as palavras de Diego Souza. Tanto que falou essas coisas sem ser provocado por jornalistas. Ele simplesmente desabafou na entrevista coletiva. Depois, percebendo a gravidade da situação, tentou tirar o pé.

Para mim, essa história acabou no vestiário do Palestra Itália. Não quero brigar com ninguém, pois tenho de dar exemplo para a minha família. Mas é que covarde eu não sou. Ninguém pode chamar uma pessoa, que é pai de família, que batalha para levar o arroz e feijão para casa, de covarde.

Via: GloboEsporte.com e GazetaEsportiva.Net

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