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A conquista do Verdão foi irrepreensÃvel. O time disputou 30 jogos no torneio, com 16 vitórias, 10 empates e apenas quatro derrotas. Foram 46 gols a favor e 19, contra.
- A equipe era muito dedicada. Todos os jogadores se empenhavam muito para se manter entre os titulares. A gente trabalhava muito. Foram jogos difÃceis, com muitas viagens. Mesmo assim, a equipe mantinha um padrão bom – afirmou Ademir da Guia, principal Ãdolo dos palmeirenses até hoje.
- Em 1972, ganhamos cinco taças (Torneio de Mar del Plata, Paulistão, Taça dos Invictos, Torneio Laudo Natel), sendo uma, o primeiro Brasileiro. Para nós, foi um ano importantÃssimo e maravilhoso – declarou o artilheiro, Leivinha.
Se dentro de campo o Alviverde estava bem servido, com Leão, Ademir da Guia, Leivinha, LuÃs Pereira, entre outros, fora dele o comando era de Oswaldo Brandão. Até hoje, o treinador é o recordista de jogos a frente do Palmeiras.
Em cinco passagens, foram 580 partidas, com 335 vitórias, 151 empates e 94 derrotas. Ao todo foram oito tÃtulos de maior expressão: quatro Paulistas (1947, 1959, 1972 e 1974), uma Taça Brasil ( 1960), dois Brasileiros (1972 e 1973) e um Troféu Ramón de Carranza (1974).
Para Leivinha, a comemoração do tÃtulo brasileiro de 1972 foi dupla. Um antes da grande decisão: ele se casou pela primeira vez.
- Me casei no dia 22 de dezembro. Era para o campeonato ter terminado antes. Lembro que os jogadores foram ao meu casamento, mas só na igreja. Depois, eles foram concentrar. Eu fiquei só um pouco na festa. Fui passar a lua-de-mel com o LuÃs Pereira – brincou Leivinha.
- Isso foi curioso e ficou marcado. Lembro que o padre era palmeirense e brincou na igreja: “Olha Leivinha, se o Palmeiras não ganhar, juro que anulo o casamento!” – revelou o ex-jogador do Verdão.
Agora, o torcedor espera que a festa de 1972 se repita em 2008
Via: LanceNet